Meu corpo não é coletivo

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Luigi Polezze

O projeto de lei “MEU CORPO NÃO É COLETIVO” propõe a implementação de um programa em Araraquara voltado para combater e prevenir o assédio, a importunação e a violência sexual contra mulheres no transporte público.

O programa não apenas visa coibir práticas abusivas, mas também implementar ações educativas e de conscientização. Estabelece parcerias entre o poder público, organizações da sociedade civil e empresas de transporte para uma abordagem abrangente e eficaz na promoção da segurança e igualdade nos transportes públicos, enfrentando o crescente problema na cidade.

O projeto propõe diversas medidas para combater o assédio e a violência contra mulheres no transporte público de Araraquara. Isso inclui, mas não se limita a: treinamento para motoristas e funcionários, instalação de câmeras de segurança nos ônibus, divulgação de informações sobre os direitos das mulheres e parcerias com órgãos de segurança pública. Além disso, prevê a disponibilização de suporte jurídico e psicológico às vítimas e a implementação de mecanismos de monitoramento e avaliação do programa para garantir sua eficácia e fazer ajustes quando necessário.

Diante das problemáticas que já assolam o transporte público em Araraquara, um maior investimento com a instalação de câmeras nos ônibus e treinamento dos motoristas demandará recursos adicionais para a frota. Espera-se que a aplicação e a prática possam trazer resultados efetivos no combate ao assédio e não se limitem apenas ao papel.

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