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Odiar é ser infeliz

Ninguém consegue ser feliz odiando alguém. Porque o próprio ato de odiar é uma infelicidade. Os seres humanos não nascem para se odiar, e sim para se amarem mutuamente. Por pequenos desentendimentos, pequenas diferenças de hábito, pequenas divergências no modo de pensar machucam-se reciprocamente e vivem em desgosto e sofrimento que se agravam quando o ódio existe dentro da família.

O ser humano não obtém felicidade enquanto se apega ao ego, exigindo sempre “seus” direitos e enquadrando todas as coisas dentro de “seu” julgamento. O ego é o “falso eu”, egocêntrico, que se baseia na ilusória suposição de que vive graças às suas próprias forças. O ser humano não está vivo porque ele quer; é Deus que o faz viver; a vida que ele pensa ser sua é proveniente de Deus! Não há felicidade para quem se esquece desta verdade, se esquece das leis que regem o universo e persegue os falsos direitos.

O primeiro passo para se ter bons filhos antes de qualquer coisa, é preciso que a mulher pense em ser boa esposa para o marido. Depois disso, abrir-se-ão as portas para as demais realizações, como a profissional e a econômica. É impossível obter felicidade através de cálculos e números. (Ricardo L. Veiga Lopes, engenheiro civil e preletor da Seicho-No-Ie.

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