Há 8 anos, período que se expira daqui a 2 meses, coube ao prefeito que saía (Edinho) e ao que entrava (Barbieri), fechados num gabinete, discutir pormenores de uma transição. O que a população poderia conhecer? Naquele tempo a importância de um final de mandato era relativizado. Ninguém obviamente pode ignorar que, hoje, tudo precisa ser esclarecido nos mínimos detalhes. Até para circunscrever eventual responsabilidade civil do agente político.
Por isso, as duas comissões de transição, representando a chefia do Executivo com membros de efetiva relevância têm a obrigação de batalhar pela transparência do mandato duplo. Certamente deficitário, mas, quanto deve e para quem? Essa questão é essencial no contexto da cidadania.