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(EDITORIAL) ELEIÇÕES IMPORTANTÍSSIMAS

O Brasil atravessa uma fase difícil. Das pessoas mais humildes às mais letradas, percebe-se um sentimento de preocupação e, muitas vezes, de insegurança diante dos rumos do País.

São muitos os motivos. Há promessas de campanhas passadas que não foram cumpridas por políticos que continuam ocupando cargos públicos. Há também discussões e divergências envolvendo instituições da República, inclusive o Supremo Tribunal Federal, responsável, entre outras atribuições, pela guarda da Constituição.

Não temos a pretensão de ensinar ninguém em quem votar. A escolha é individual e pertence a cada eleitor.
Mas é preciso reconhecer que existem critérios importantes que podem ajudar nessa decisão.

O histórico do candidato é um deles. Se alguém prometeu no passado e não cumpriu, isso merece ser levado em consideração. Da mesma forma, é preciso analisar com cuidado as promessas feitas agora, principalmente aquelas que parecem difíceis ou impossíveis de serem colocadas em prática.

O brasileiro precisa compreender que voto não deve ser trocado por promessa, favor ou benefício. O voto é uma responsabilidade e pode influenciar diretamente a vida das próximas gerações.

Educação, saúde, segurança, preços dos alimentos, medicamentos, geração de empregos, responsabilidade com o dinheiro público e respeito às instituições são alguns dos temas que merecem a atenção do eleitor.

As Eleições de 2026 serão especialmente importantes. No dia 4 de outubro, serão seis escolhas na urna: deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República.

Não é preciso decorar todos os números. O eleitor pode levar sua própria “colinha” com os números dos candidatos escolhidos, desde que ela não contenha propaganda eleitoral. O importante é chegar à urna sabendo em quem pretende votar.

A EXPERIÊNCIA TAMBÉM CONTA

Para quem tem mais de 70 anos, o voto é facultativo. Isso significa que não existe obrigação de comparecer às urnas. Mas a participação desses eleitores continua sendo muito importante.

A experiência de vida, o conhecimento adquirido ao longo dos anos e a memória de diferentes governos podem ajudar na análise dos candidatos e de suas trajetórias.

Por isso, nosso convite é simples: participe.

Não deixe de votar por desânimo. Não escolha simplesmente por ouvir falar. Não troque seu voto por promessas. Pesquise, compare, observe o passado e as propostas apresentadas.

O Brasil precisa de eleitores conscientes, atentos e responsáveis. Afinal, o voto de hoje ajudará a definir o País que será deixado para as próximas gerações.

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