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(Editorial) Brasil pagaria sua dívida num piscar de olhos

Começa nesta semana e se prolonga até 7 de abril, o período que o meio político chama “janela partidária”. Os deputados poderão mudar de partido sem o risco de perder o mandato. Com essa liberdade, esfacelam-se as bancadas no Congresso Nacional e Assembleias Legislativas. Cada parlamentar esquece cor partidária, ideologia e principalmente o compromisso assumido com o eleitor para correr atrás do interesse próprio. A negociata corre solta envolvendo recursos para campanha, horário de rádio e televisão e outras vantagens aos que decidirem mudar de caminho. É um período em que fica explícita a pouca importância que se dá aos partidos, usados apenas como cartórios para a validação de candidaturas ou, até, para coisas menos nobres.

Essa afirmação é do Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves, dirigente da Associação de Assistência Social dos Policiais Militares de São Paulo.

COLHER DE PAU

Em comentário bem alinhavado, de um dirigente de associação bastante séria, respondemos ao título do editorial: como pagar as contas do país num piscar de olhos?

É simples, basta cortar as casas legislativas pela metade (Senado, Câmara Federal, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais têm muitas cadeiras). Significa que muitos assessores e gasto operacional dos mais gigantescos seriam economizados. Sem dúvida uma grana enorme vai embora com essa tarefa parlamentar. Aqui pra nós: a democracia não precisa de tanta gente, inclusive, grande parte pouco preparada para o nobre mister.

Quem pode pensar junto com o nosso J.A. sobre esse caminho visando um país sem dívida, com benefícios ao povo sofrido e que tem votado muito mal? Esperamos a resposta de forma cidadã e confiante.

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