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(Editorial) CONSCIÊNCIA crítica deve incomodar

Para o diretor da FSP, experiente e já saudoso Otávio Frias Filho, "a crítica que funciona é a que incomoda". Nariz virado ou sala do esquecimento são reações típicas de que a crítica alcançou quem se considerava acima do bem e do mal. O jornalista-editor, cujo passamento foi sentido por todos que admiravam seu jeito de defender a verdade, deixa cristalinamente assentado: "é fundamental manter afiada a consciência crítica e capacidade de autoquestionar-se". O jornalista não pode viver de aplauso, notadamente do criticado.

Sem subordinar o jornalismo na crítica, é salutar o olhar constante em cima dos atos de titulares de mandatos eleitorais. Por exemplo, o prefeito nitidamente se expõe como tendo mais deveres do que direito. A comunidade julga sua administração todo santo dia: buraco aqui e ali, camada de asfalto cheia de remendos paralelamente a boca de lobo lotada de resíduos, meio-fio com capim e objetos descartáveis além de praças sujas e plantas sofridas. Enfim, não dá para ser jornalista sem olhar crítico ao homem público resultante da urna democrática. Cabe ao agente político sabedoria para entender esse papel, em nome do povo democrático.

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