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(Editorial) Mobilidade Urbana

É evidente que ultrapassa o conceito de "Complexo Viário" constituído por uma via ao lado de tradicional praça pública. Com a respectiva placa precedida por uma publicação oficial. Pela ótica otimista (ainda tenho meio copo de água) o saldo do segmento comandado pelo vice-prefeito Coca Ferraz é positivo e se ele tivesse cumprido compromisso assumido com J.A. certamente a dúvida teria sido dirimida. Como não compareceu, ei-la: não se pode pensar em mobilidade urbana sem projeto de ciclovia ou ciclofaixa, com início e fim para lugares procurados por pedestres que adotam a bicicleta como democratização do espaço, sem motores, evitando poluição e congestionamento. Ao priorizar locomoção, com a força física que evita sedentarismo e doença, os usuários esperam reordenação do tráfego e fim do estacionamento à moda antiga, paralelo à calçada. Esse, um começo inteligente e de respeito, de gente grande, de cientista do gabarito do Dr. Coca. Pra começar a pensar diferente e objetivamente na união de caminhos e abertura do leque de opções para setores pontuais.

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