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Propostas para Américo Brasiliense

Amenizar os problemas vivenciados pela coletividade ameriliense no contexto escabroso desse lulismo, o perverso reflexo do desgoverno FHC – pobre Brasil!, é o que está implícito na discussão e proposição de idéias sobre o que poderia ser feito na Cidade Doçura se aqui houver políticos competentes, bem intencionados, bem assessorados e, quisera, com uma boa dose de sorte.

Exclusão social resultante do modelo agro-monocultor-exportador canavieiro pode ser amenizado ao melhorar a qualidade do ser humano/cidadão/consumidor com medidas ativas nas áreas cultural (hoje praticamente inexistente), política (formar cidadãos cônscios de seus direitos e deveres), e econômica (geração de renda é pressuposto para tudo o mais).

Neste artigo discorreremos sobre a área cultural. Concordando os editores deste prestigioso hebdomadário, publicaremos posteriormente artigos sobre a área política e a econômica. Na área cultural está inserida, por questão de método, a Educação. Idéias a ser desenvolvidas longe de sonhos megalomânos.

1º) Incentivo à leitura: melhorar o acervo da biblioteca municipal e estender o horário de funcionamento, inclusive nos finais de semana; promover a leitura de bons jornais em praças públicas, escolas e repartições municipais, inclusive no Pronto Socorro; promover concursos literários e oficinas de literatura direcionados às diversas faixas etárias; ou seja, projetos de baixo custo e de impacto certeiro.

2º) Artes e ofícios: promover cursos e buscar convênios com entidades tipo Sesi para viabilizá-los. Além de despertar talentos, o artesanato seria um paliativo para a geração de renda suplementar para os munícipes e poderia ser vendido em local adequado às margens da principal rodovia que corta o município: a Comte. João Ribeirio de Barros, próximo ao Clube Náutico. O Sebrae, hoje presidido pela ilustre figura do sr. Paulo Okamoto, financiador generoso do Lula pré-presidência, seria chamado a colaborar. E por que não exportar pelos Correios a futura produção? Pedir auxílio ao Senai para viabilizar cursos profissionalizantes a ser ministrados aqui mesmo, o que facilitaria o acesso dos interessados.

3º) Globalização: Projeto Torre de Babel. Buscar junto à UNESP apoio para implementar cursos de línguas, tanto nas áreas existentes no campus de Araraquara, quanto em outros: alemão, inglês, francês, italiano, línguas clássicas, e se houver, mandarim, japonês e, como diria Lima Barreto, javanês, se possível fosse. As crianças de hoje, poliglotas amanhã, teriam um campo profissional mais vasto.

4º) Incentivar o uso de terrenos públicos e de particulares subutilizados para o plantio de hortas comunitárias, herbários e de plantas decorativas: lazer, formação profissional, embelezamento da urbe, geração de renda, etc., numa tacada só. As áreas da Cultura, da Economia e da Política, na prática, são faces de um todo.

Outras idéias certamente hão de existir, quiçá melhores que as supra-citadas. Mas, no deserto de idéias e de homens públicos em que subsistimos o que aqui sugerimos já é um intróito para o debate que urge acontecer: como melhorar nossa cidade? Quanto custa ser criativo na administração municipal?

Fundamental

Acreditamos ser imprescindível os seguintes esclarecimentos, antes do encerramento deste breve artigo: não defendemos nenhum candidato ou partido político; apenas almejamos a melhoria da administração municipal independentemente de quem seja o eleito. As pessoas passam, a cidade fica (melhor ou pior?). Não é demais acrescentar que os projetos a serem desenvolvidos deveriam ser precedidos de levantamento sobre pessoas e instituições aptas a colaborar na execução dos mesmos, valorizando, a priori, os talentos da própria cidade.

(Comentário adicionado ao site pelo leitor Ariovaldo Torres: sml_flower@hotmail.com)

Da Editoria: o leitor ameriliense através de nosso site alinhava temas de importância, os quais, deverão merecer encaminhamento dos nobres vereadores e do Executivo com seus respectivos departamentos.

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