Colaboração: João Luiz Ultramari
A população brasileira está cansada de tomar conhecimento de tanta corrupção, rombos, gastos públicos e troca de favores e pouco acontece, por prevaricação de nossas autoridades em geral, principalmente do executivo, do legislativo e do judiciário, com raras exceções.
Os assuntos hoje são: falta de segurança, roubos, assaltos, crimes, facções dominando com armamentos pesados, participando de empresas para lavagem de dinheiro, órgãos públicos e tantas coisas mais.
É um absurdo a falta de fiscalização em nossas fronteiras, a falta de investimentos no exército, na marinha, na aeronáutica, polícias federais e polícias estaduais e municipais (guardas né, pois não aceitam como polícia municipal), enquanto os outros países anualmente não deixam de investir e reajustar os valores nesses setores, sem corte de gastos, sendo que outros investem mais ainda para ter a segurança geral no país e fronteiras.
Como ter segurança interna se tudo de errado entra pelas nossas fronteiras, que pouco pode barrar em razão da falta de estrutura e funcionários.
Além disso, os roubos em nossos órgãos públicos já vêm de muito tempo, a exemplo do INSS em relação ao famoso caso “GEORGINA”, queima de processos, pessoas falecidas que tem “malandros” recebendo e tantas coisas mais que não são divulgadas, agora o roubo dos aposentados e pensionistas (sem prisões dos principais envolvidos). Também aconteceu muito com os saques do FGTS dos trabalhadores ou dos falecidos.
Enfim, a quem recorrer? Se os legislativos não se interessam em ver as coisas erradas, os rombos do nosso Brasil, dos nossos Estados e Municípios, salvo algumas exceções.
Por que tantas empresas fechando, falindo, entrando em recuperação judicial? E os muitos imóveis comerciais e residenciais sendo vendidos (sem achar compradores)? Antigamente as imobiliárias ganhavam mais com a venda de pontos comerciais do que com os imóveis. Agora? Os empresários fecham e nem conseguem vender o ponto comercial. Veja quantos imóveis estão fechados na cidade, principalmente na área central.
Veja o caso de nossa polícia militar, que por falta de funcionários parou – praticamente – de comparecer em acidentes que não tenham vítimas para fazer boletim de ocorrência, passando a obrigação das partes comparecerem nas delegacias ou quando possível fazer pela internet. A polícia civil com o mesmo problema e falta de estruturas, tem que pedir prorrogações ao judiciário para poder terminar as diligências.
NOSSO PREFEITO: não adianta mais pedir transparência em relação aos seis meses de mandato. Restando a seguintes questões: como foi aumentando as dívidas do Município (Prefeito por Prefeito)? Em relação às dívidas trabalhistas (funcionários e empregados de terceirizadas)? Se houve pagamentos de direitos indevidos aos funcionários públicos?
NOSSA CÂMARA MUNICIPAL: sem nenhuma comissão de vereadores para apurar os problemas da cidade e quais os planos de trabalho, para árvores, propagandas, calçadas, famoso IPTU dos mortos etc.
PREFEITO: DEPOIS VAI SOBRAR PARA VOCÊ O MONTANTE DA DÍVIDA.
Na próxima edição teremos reclamações de proprietários de imóveis arrumando calçadas, mas sem solução das: árvores e raízes em cima das guias; das propagandas em postes, inclusive com telefones dos infratores; e tantas coisas mais, sem providências.

