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O seu valor… em vida!

Certa vez, um homem muito rico queixou-se a um amigo: Por que será que todos estão sempre me criticando por ser avarento se eles sabem que vou deixar tudo o que possuo para os pobres quando eu morrer? Após uma pausa, o amigo disse: Acho que é o mesmo que a história do porco e a vaca. Como assim? Perguntou o homem rico. O amigo disse: Conta-se que um porco estava se queixando a uma vaca por ser muito impopular. “As pessoas estão sempre falando da sua bondade e de seus meigos olhos castanhos”, disse o porco.”De mim, elas só falam mal. Isso parece muito injusto. Claro que você fornece leite, mas eu forneço muito mais. Forneço bacon e presunto. Forneço cerdas. Até meus pés deixam em conserva! Mesmo assim, ninguém gosta de mim. Por quê? Vaca pensou por alguns instantes e respondeu: Bem, talvez porque forneço o meu produto enquanto estou viva”. Boa reputação e atos de generosidade recebem aplausos durante e após a vida da pessoa, muito mais que heranças. Permita que as pessoas enxerguem seus dons como uma extensão da sua vida, e não como uma conseqüência da sua morte.

DIZ O ADÁGIO POPULAR: QUANDO UM NÃO QUER DOIS NÃO BRIGAM

Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo, e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se. Desapontados pelo fato do mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram: Como o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar -se covarde diante de todos nós? Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? Perguntou o Samurai. A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos. O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos – disse o mestre. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, só se você permitir. Desejo a todos uma semana de paz, sem aceitar insultos e sem pagar o mal com o mal, sem a lei de Talião: olho por olho, dente por dente. Sem Dúvida o ensinamento do Divino Mestre é muito mais compensador quando disse: amai os que vos odeiam, fazei o bem aos que lhes fazem o mal e assim sereis os meus discípulos. Pois a vida nos ensina que a água corre para o mar, ódio vai pra tem ódio e amor pra quem tem amor! Boa semana a todos +Fernando Fraga. E-mail: programa@fernandofraga.com.br

REFLEXÃO DA SEMANA

Mas acumulem para vocês tesouros no céu, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões não roubam nem furtam. Mateus 6.20 .

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