Na região, o exemplo de camaradagem explícita

Boa Esperança faz a festa dos 104 anos e mostra que a lealdade une as pessoas de bem.

Construção

O homem bom busca construir, em quaisquer situações. Por essa ótica, vale discutir um fato presente em Boa Esperança do Sul: a perseguição política ao prefeito e seu vice.

Construir e destruir respondem a anseios diferentes do ser humano. A construção permite que os homens tenham o dia mais confortável, feliz e as distâncias encurtadas entre detentores do poder e a comunidade.

Destruir, de natureza mais fácil, responde à eterna insatisfação humana, o incômodo do inatingível. Há sempre espaço para se pedir mais, querer mais, paixões muitas vezes sem o respaldo da razão.

Construção e destruição também se diferenciam em outro termo. Para destruir se faz em geral com estrondo, à medida que se deseja atrair a opinião pública e, ao mesmo tempo, cegá-la.

Construir, em geral, se faz em silêncio, pois, a imposição moral de ser positivo não permite perder energia com gritos e barulhos, enfim, desviar-se das metas.

De fato, o estrondo de um corresponde à necessidade de confundir o povo em meio a inúmeras denúncias que não mostram seus fundamentos. Enquanto o silêncio do outro deriva da calma do homem correto, pois, não há necessidade de apoio quando se sabe andar pela legalidade e lealdade.

Boa Esperança do Sul, cidade boa e progressista, tem dificuldades concretas no caminho de sua meta, do avanço.

Quem se detiver sobre a biografia do prefeito e vice verá que são homens corretos, correção que, pela humildade natural, preferem não ostentar. Isso lhes acrescenta, certamente, outra qualidade. Diariamente eles trabalham pelo progresso da cidade, mas, no silêncio e na solidão de quem luta sabendo onde chegar, sem o direito de espernear.

O cidadão boaesperancense pode ver e julgar o que se passa em sua cidade: refletir sobre essa eventual e orquestrada perseguição e, contrapondo-se, analisar o que move o trabalho diário, contínuo. Por fim, o cidadão pode optar em ajudar a construir e não se levar por discursos fáceis, inúteis e visivelmente descomprometidos com o interesse maior da cidade.

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