100% dos produtos coletados na Ceasa de Araraquara estavam com irregularidades na etiquetagem. Legislação está em vigor desde o ano passado e comerciantes não abrem boxes.
O resultado foi detectado pelos técnicos do Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo, Ipem-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. A fiscalização de etiquetas de produtos hortifrutigranjeiros, na Ceasa de Araraquara (um dos principais entrepostos do centro oeste paulistano) mostrou que dos 20 produtos coletados, todos tinham erros. Ou seja, as caixas não possuíam nenhuma etiqueta, ou o peso escrito nos rótulos estava incorreto, ou a identificação estava ilegível, ou não havia descriminação do produtor.
No total foram verificados cinco boxes revendedores de alimentos.
No segundo dia da ação, contudo, quando a fiscalização do Ipem-SP chegou à Ceasa, encontrou a maioria dos boxes fechados. Os atacadistas, prevenidos pelo primeiro dia da fiscalização, não abriram as portas. Nesta ação foram coletadas sacas de amendoim, caixas de bananas, milho para pipoca, melão e inhame. A partir de agora, os 18 fornecedores desses alimentos, coletados por irregularidades, têm 15 dias para apresentar uma defesa formal junto à superintendência do Ipem-SP.
Depois desse prazo a superintendência procede uma análise jurídica e administrativa para estipular a multa devida.
Serviço
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