Interesse por DIU como método contraceptivo aumenta 105% no Brasil nos últimos 5 anos

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Médicos reforçam os benefícios do DIU em comparação com a pílula anticoncepcional

As buscas por informações no Google relacionadas ao DIU aumentaram 105% entre 2017 e 2022, segundo dados disponibilizados pelo Google Trends. A crescente procura mostra um interesse maior das mulheres por esse método contraceptivo.

Para Vinicius Guadagnin, médico ginecologista, obstetra e sexólogo do Eco Medical Center, qualquer mulher que tenha o desejo ou a necessidade, pode colocar o DIU. “As pacientes têm procurado cada vez mais um método contraceptivo de longa duração, que traga segurança, conforto e um impacto hormonal menor. Por isso as mulheres têm escolhido o DIU. Independente do fato de ser o DIU de cobre ou o hormonal, esse é um dos métodos mais eficazes para evitar uma gravidez, e apresenta diversos benefícios em relação às pílulas anticoncepcionais”, afirma Guadagnin.

Além de evitar o risco de uma gravidez por esquecer de tomar as pílulas diariamente e no horário certo, o DIU proporciona mais segurança na prevenção de uma gestação e apresenta uma interferência menor no metabolismo, segundo Guadagnin. “O DIU é muito superior ao anticoncepcional quando falamos em qualidade contraceptiva, até porque ele protege muito mais de acordo com os estudos. Ele tem duração de 5 anos, pode ser retirado a qualquer momento, e interfere menos no metabolismo e na produção de hormônios sexuais femininos”, explica.

Tipos de DIU

Atualmente existem dois tipos de DIU. Os não hormonais, que são de cobre ou cobre com prata, e os hormonais (Mirena e Kyleena), ambos compostos por uma progesterona chamada levonorgestrel. A diferença é que, além de atuar como contraceptivo, o DIU hormonal proporciona um controle do sangramento uterino normal e diminuição de cólicas, sendo uma das principais indicações para mulheres com endometriose.

Precisa de anestesia para colocar o DIU?

O processo para colocar o DIU é rápido, prático, seguro e muitas vezes indolor. O médico ginecologista explica que algumas mulheres mais resistentes à dor preferem o procedimento sem anestesia, mas normalmente é aplicada anestesia local para fazer a inserção do DIU. “Algumas pacientes, inclusive, têm um limiar de dor mais baixo. Essas pacientes são elegíveis para que se realize a inserção do DIU em centro cirúrgico, com sedação. O mesmo é indicado para meninas e mulheres que ainda não tiveram a primeira relação sexual mas desejam o colocar o DIU”, afirma Dr. Vinicius que ressalta que o DIU não tem restrição mínima ou máxima de idade.

A coordenadora e gestora do Centro Cirúrgico do Eco Medical Center, Laís Fuchs diz que os benefícios de colocar o DIU em um centro cirúrgico vão desde a diminuição de risco de infecções, até o conforto e a tranquilidade durante todo o procedimento. “A paciente não sentirá dor ou qualquer desconforto, uma vez que estará sedada, e acompanhada com equipe multidisciplinar (médico, anestesista, equipe de enfermagem e farmácia). Após recuperação, a paciente é encaminhada para ultrassonografia transvaginal para avaliação do posicionamento do DIU”, afirma.

Contraindicações

Mulheres que apresentam anormalidades anatômicas que podem distorcer a cavidade uterina, infecções pélvicas atuais, sangramento vaginal inexplicado, gestação ou câncer de colo de útero ou de endométrio conhecido não têm indicação médica para inserção do DIU e devem conversar com um ginecologista para avaliar outros métodos contraceptivos se necessário.

Serviço: Centro Cirúrgico do Eco Medical Center

No Centro Cirúrgico do Eco Medical Center os pacientes encontram um acolhimento humanizado, a certeza que o procedimento será realizado no dia e horário marcado com qualidade, eficiência e prontidão. Para garantir estes objetivos, o Centro Cirúrgico Ambulatorial é exclusivo para cirurgias eletivas, não correndo o risco de ser adiada por ter emergência. Para trazer conforto aos pacientes, o local conta com uma ampla sala de recuperação pós anestésica com nove leitos, uma equipe de profissionais altamente qualificada que trabalha em conformidade com as normas do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) da Organização Mundial da Saúde (OMS).

(Maria Claudia Batista – Assessoria de Imprensa)

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