À medida que se desenvolve o caráter da pessoa, o “amor” começa a ter significado mais amplo. Quando o “amor” deixa de ser um simples “amor entre duas pessoas” ou “amor entre familiares” e ganha sentido mais amplo, a sua socialização progride e a pessoa passa a amar o grupo a que pertence, a sociedade, a nação, enfim, a humanidade. O amor dos marxistas pela classe operária é um amor dirigido apenas a uma parte da humanidade. Eles falam em “amor entre camaradas”, amam os que possuem o mesmo objetivo. Esse tipo de amor não pode ser considerado sublime. Elevando-se mais, torna-se um grande “amor à humanidade”. Alcançando o grau mais elevado transforma-se no “amor a todos os seres vivos”. Esperamos a sublimação de governantes em relação às populações brasileira e a outras nações do planeta. Isto é, passa a ser um amor imenso, dirigido a “tudo quanto possua vida e exista neste mundo”. (Ricardo L. Veiga Lopes, preletor da SNI do Brasil. www.naturezaverdadeira.blogspot.com.br)