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(Editorial) Por que não integrar?

Professor é coitado? Na sala de aula reclama do barulho, falta de participação e perde o controle da classe. Há três semanas, pinçamos frase da FSP: “algo errado quando professores invadem plenário, xingam e agridem vereadores; há algo absurdamente errado quando policiais atacam professores; Está quase tudo errado na ação desses atores que fazem a história de um país sem educação”.

Em meio à violência existem reflexões: o salário é pequeno, não dá para reciclar saberes e enfrenta-se algazarra onde a tecnologia de ponta chama mais a atenção dos alunos do que aulas repetidas ano após ano. Sem muita criatividade, talvez pela escassez de tempo já que se desdobra em vários estabelecimentos para um salário robusto, perdura a falha que enseja problemas até de relacionamento.

Por que os mestres, para amenizar a falta de participação e conversas paralelas, não colocam os aparelhos modernos e estimulantes para o cenário da aula? Pesquisa-se um texto e debate-se na classe; por que não dar uma pincelada lúdica e dividir a classe em dois times. Vale ponto, sim.

Caros mestres, não reclamem da falta de atenção, melhorem a aula. Mas, procurem gostar mais de transmitir conhecimento e valores humanos para construir a coluna vertebral dos cidadãos brasileiros.

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Théo Bratfisch

Em relação ao editorial peço licença para me manisfestar. Sou filho de professora, sobrinho e irmão. Gostaria de saber aonde estão os “nossos” mestrandos e doutorandos que justificam seus títulos em prol da educação, os mesmos que não se fazem presentes “a campo” fechando-se em “campi intelectuais”. Falta extensão de conhecimento adquirido em formação que deve ser retornado para a sociedade que afinal paga a conta dos seus e nem tanto estudiosos, os mesmos que acabam sendo absorvidos em suas próprias congregações de saberes, pujante em teses e teorias. Relevantes salários justificam-se quando destoam ridiculamente dos míseros trocados que remunera corajosos professores, que se dedicam a medida do possível, a frente, à campo no dia-a-dia escolar, em maestria da Salvação, ou melhor dizendo, da Educação.

(Fale sobre educação, envie seu e-mail para redacao@jornaldeararaquara.com.br)

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