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(Editorial) O sindicalismo é (bem) melhor do que futebol

Futebol garante salários gigantescos para atletas de ponta. É verdade, mas, por tempo limitado. Sindicalismo, ao contrário, não depende do físico, só de neurônios se unindo para alavancar uma carreira fenomenal. Você conhece alguém que fez história como representante dos trabalhadores ou de empregadores? Analise o sucesso dessa pessoa ligada a trabalhadores ou patrões. Uma mina riquíssima se no decorrer da representação o agente conseguir, com normas legais banhando seus atos de "cidadania plena", exercer cargo de juiz-classista (felizmente hoje deletado de nosso ordenamento jurídico).

Na época de juiz-classista, camisa cobiçada como prêmio, foi uma montanha de benefícios, uma verdadeira teta. Pessoas que nasceram para vencer, com faro para encontrar dinheiro de fonte inesgotável, quase sempre faltando pouco tempo para "merecida" aposentadoria. Um benefício para motivar revezamento entre os poucos felizes "titulares" da previdência divina.

É evidente, quem entra faz de tudo para não largar o osso e ganhar o máximo do sonhado presente do Papai Noel.

Pesquisa realizada em 2013, junto ao Ministério do Trabalho, apontou que 8.500 dirigentes há mais de 10 anos estavam no comando. Vai tirar a "comida" de sua boca? Certamente ganhará um inimigo radical e poderoso "gersiano" que procura levar vantagem a qualquer custo, dentro de seus valores próprios e lutam, com unhas e dentes, para garantir o régio presente.

Sem modificação profunda, essa teta vai continuar jorrando sem parar e cada trabalhador vai dar um dia de serviço para pagar a nada santificada mordomia. Essa vantagem precisa acabar.

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