A diretoria do Sismar – sindicato que cuida dos interesses dos servidores municipais de Araraquara – pensa que a prefeitura tem máquina de imprimir dinheiro ou que o prefeito pode aumentar os impostos e taxas que o povo está com o bolso cheio para patrocinar o aumento estratosférico que acaba de ser protocolado na secretaria municipal de governo. Está pedindo 28% a título de reposição do período e de anos passados. Um sonho…mas, os trabalhadores não devem gastar por conta. Ficarão inadimplentes e furiosos.
Numa reivindicação salarial, com a escassez que o bom senso não permite ignorar, o sindicalista pede o mais para se contentar com o menos. Mas, com investidas contra o patrão (não é o prefeito Edinho, é o povo), os dirigentes ganham pontos com a categoria, fazem média com os que garantem a privilegiada investidura.
Editorial afirma, sem ofender trabalhadores conscientes, que está na hora de pensar melhor e, de preferência, entender que a prefeitura é como caixa d’água: se a saída for maior que a entrada ela ficará sequinha da silva. E como ficam os serviços públicos que a comunidade tem direito?
Por outro lado, anuncia-se aumento do telefone, da energia elétrica em percentagem acima, bem acima da inflação. Desse jeito, o contribuinte vai pedir perdão aos governantes de plantão…por ainda estar gastando oxigênio.