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Análise Cinematográfica

Colaborador: Bruno Sanches Bosso Munhoz

THUNDERBOLTS*

O mais recente filme da Marvel deu um respiro de alivio aos fãs da produtora, um alívio necessário depois de anos com filmes e séries feitos visando apenas o lucro, baixando a qualidade deles. Acredito que a fase 5 (de “Homem Formiga e Vespa: Quantumania” até “Thunderbolts”) se tornou a fase de reestruturação, um caminho de correções de rota e de decisões após tantas criticas da fase anterior. E pensando nisso, Thunderbolts fechou com chave de ouro.

O filme começa mostrando Yelena (Florence Pugh) em uma missão no leste asiático para apagar os rastros deixados pelo grupo O.X.E, que possui envolvimento com a diretora da CIA, Valentina Allegra de Fontaine e que por acaso do destino, enviou Yelena nessa missão. Após concluir e voltar para casa cansada dessa rotina de agente secreta, Yelena é enviada para uma ultima missão para apagar os últimos rastros da empresa. Já no local, Yelena entra em confronto com Jonh Walker, o Agente Americano (Wyatt Russel), a Fantasma (Hanna John-Kamen) que também foram enviados para limpar os rastros, e Bob (Lewis Pullman) um desconhecido humano que estava ali. Juntos, terão que fugir da instalação e escapar da emboscada que Valentina montou para eles do lado de fora. Ao escaparem, juntam se com Buck (Sebastian Stan) e Alexei, o guardião vermelho (David Harbour) para irem enfrentar Valentina e sua nova ameaça superpoderosa, O Sentinela.

“Thunderbolts*” é um time nada convencional de anti-heróis, que em outros filmes já foram vilões, mas que queriam ser algo a mais, queriam ser aquela equipe de heróis que estampam a caixa de cereais nos supermercados, mas por acaso do destino nunca puderam. Essa explicação explica as motivações e os desejos internos dentro de cada um no time, que apesar de suas diferenças e traumas, buscam fazer o certo indo atrás da Valentina, essa que é uma personagem que ainda irá brilhar no futuro da Marvel. Além disso, o filme explora um lado mais humano em todos ali, mostrando seus traumas e relações defeituosas com a sociedade, o que mal foi explorado nos outros filmes e series. Essa é uma equipe que talvez o mundo não saiba que precisamos dela, mas que ajudará e será importante para o futuro próximo da Marvel, próximo esse sendo Vingadores: DoomsDay.

Por fim, “Thunderbolts*” é um alívio a todos os fãs da Marvel, que mesmo por não conhecerem tão bem essa equipe, acabaram se conectando e afeiçoando com os personagens e ficando ansiosos para o futuro com as cenas pós-créditos. Para mim, é um filme muito bom. Nota: 8/10. Obrigado.

Foto: Internet

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