Sarah Coelho Silva (*)
Primeiramente para viver bem, é preciso ser responsável com sua própria vida. Somos o que comemos.
Nosso corpo é refletido no espelho de todas as comidas e bebidas que entram pela nossa boca.
As pessoas que não se preocupam com o seu futuro, que não zelam pela boa qualidade de sua vida, como vão se preocupar com a vida de seus entes queridos?
Naturalmente quem subestima sua própria saúde não valoriza a do semelhante. Depois vão sofrer as consequências. Dores, caroços e uma série de doenças sem fim.
As pessoas fragilizadas perdem sua dignidade e o direito de trabalhar em paz, seguir o seu caminho.
É costume no Oriente, entre as mulheres que amassam o pão, fazerem-no orando com a mente voltada ao bem-estar de sua família.
Nós devemos fazer o mesmo, ao manipularmos os alimentos da família. Além dos cuidados, é salutar desejar para todos muita saúde e prosperidade.
Está cientificamente provado: quem zela pela sua saúde vive muito melhor e por mais tempo. Medo da morte?
Entendo que ela seja igual ao nascimento.
A gente sofre, luta para nascer, mas não se lembra de nada. Logo tudo passa, são instantes, momentos que não recordamos jamais.
Medo, minha gente, é sempre um alerta e um bom sinal de juízo e amadurecimento.
“Obstáculo algum poderá cercear a liberdade de quem tem amor à vida e não se intimida diante dela”.
(*) É escritora e colaboradora do JA.