A Furp amplia o valor social da região

Américo Brasiliense autoriza Governador Alckmin a implantar uma unidade de produção de medicamento da Fundação para o Remédio Popular em área doada pelo município.

1.600 vagas no final do projeto

A região de Araraquara ganha a segunda fábrica da Furp cujas obras serão iniciadas após a regularização da área de terra. Na quinta-feira (10), já com o projeto de lei aprovado pelos vereadores, a prefeita Cleide Berti Ginato esteve na capital para agilizar os procedimentos jurídicos. “O entusiasmo tem razão de ser porque, no início, serão abertas 300 vagas e o projeto, até ao final, será responsável pela abertura de 1.600 vagas. E, paralelamente, não podemos esquecer que a economia regional será aquecida com o oferecimento do material de construção e apoio logístico à empresa contratada para executar o projeto, notadamente o segmento alimentício e de produtos de uso pessoal”, assevera a mentora do Executivo.

Produção

Na primeira fase, a fábrica ameriliense vai produzir, principalmente, medicamentos cuja embalagem terá apresentação em dose unitária. Essa procedência visa reduzir custos e riscos no uso de remédio pelos hospitais e ambulatórios do Sus.

Por outro lado, a produção de medicamentos para fazer frente a leque patológico mais amplo será disponibilizada às Santas Casas que, presentemente, para atender aos pacientes são obrigadas a gastos estratosféricos com os laboratórios particulares.

Para se ter uma idéia dos clientes potenciais, 246 unidades de Santa Casa de Misericórdia vão consumir a produção mensal de 294 milhões de unidades do medicamento indicado.

Funcionamento

A Furp de Américo Brasiliense deve estar funcionando entre agosto de 2003 a maio de 2004 na produção de 1 milhão e 800 mil ampolas injetáveis por mês. Na segunda fase, com previsão final em 2005, está projetada a produção mensal de mais 100 milhões de comprimidos.

Na terceira fase, no ano de 2006, será aumentada a produção de comprimidos em 90 milhões de unidades.

Os investimentos são estimados em 120 milhões de reais, 40 somente para viabilizar a primeira fase.

Terreno da Apae

Num determinado momento político-administrativo de São Paulo, quando da legalização de área de terra passada ao Estado para construção do Hospital Sanatório “Dr. Nestor Goulart Reis”, os deputados aceitaram mensagem do Executivo para a doação de áreas subjacentes.

No perímetro urbano de Américo Brasiliense houve grande extensão de terra que, por falta de motivação imediata, foi transferida para projeto da Apae rural que, aliás, será de difícil concretização.

Isso posto, outra área está sendo objeto de estudo conjunto de Cleide Berti Ginato e Edinho Silva, a fim de que o interesse da entidade seja preservado. (Geraldo Polezze)

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