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Câmara realiza curso para promoção de autonomia de pessoas com Síndrome de Down

O evento é promovido pela Escola do Legislativo e faz parte do Fórum Municipal da Síndrome de Down

Na segunda-feira (21), das 15 às 18 horas, acontecerá no Plenário da Câmara Municipal de Araraquara o curso “Trissomia do 21 – Síndrome de Down: Escolarização e Mercado de Trabalho”. O curso será ministrado por Camila Fernanda Ferreira da Silva, especialista em Síndrome de Down e Deficiência Intelectual, mestra em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), especialista em Educação pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) e licenciada em Educação Especial.

O evento, promovido pela Escola do Legislativo, faz parte do Fórum Municipal da Síndrome de Down, criado pela Resolução nº 526/2023.

A iniciativa tem o objetivo de capacitar os participantes para a compreensão da Trissomia do 21 (Síndrome de Down), abordando seus aspectos genéticos, históricos e sociais. Também busca ampliar o conhecimento sobre os direitos educacionais e a inclusão escolar em todos os níveis de ensino, destacando estratégias pedagógicas inclusivas e políticas públicas.

Além disso, o curso visa a discutir a inserção no mercado de trabalho e a promoção da autonomia das pessoas com Síndrome de Down, contribuindo para a construção de uma sociedade mais inclusiva e equitativa.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas por meio de preenchimento do formulário online disponível neste link. Os participantes terão direito a certificado, no formato PDF, que será disponibilizado em até 15 dias úteis após o evento. Para isso, é preciso assinar a lista de presença no Plenário da Câmara durante o evento ou preencher o formulário que será disponibilizado no final do curso para quem participar de forma remota.

O evento será transmitido ao vivo pela TV Câmara (canal 17 da rede a cabo Claro/Net), pelo Facebook e pelo YouTube.

Sobre a data

Celebrado no dia 21 de março, o Dia Internacional da Síndrome de Down faz referência aos três cromossomos no par 21, que caracteriza a condição genética. A escolha da data foi proposta pelo Brasil e aprovada por consenso pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2011. Segundo o IBGE, cerca de 300 mil brasileiros nascem com essa condição.

(Setor de Imprensa – Câmara Municipal de Araraquara)

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