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(Editorial) Sindicatos pedem SOCORRO

Para quebrar galho, acertar caixa acostumado a receber grana como água, os sindicatos estão reivindicando "meio imposto" como socorro. Ora, lei é para se cumprir e ponto final. Se o desconto de um dia do trabalhador está proibido, não vale fatiar ex-imposto numa exceção execrável. Ex é nada… Dinheiro de trabalhador é nobre e não pode ser encarado como cédulas jogadas ao ar e usadas para fins pessoais. Qual o sindicalista que, ao deixar sua investidura na instituição voltou para o trabalho rotineiro?

No segmento, exemplos de notório aproveitamento pessoal. É o caso de alguém que, ao cumprir a presidência de sindicato na base, com persistência e vontade de vencer na área, busca convencer os dirigentes da cúpula federativa para usufruir de seus dotes. Ganha cargo, com as honras devidas e permanece faturando mais grana e redobrando prestígio. Um prêmio para a esperteza que chega a influenciar até a aposentadoria pelo resto da vida. Bom investimento e demonstração de técnicas avançadas para influenciar "amigos de lá em cima".

Por isso, nada de "meio imposto" como socorro a período vivido num mar de grana, caindo (ou sendo tirado?) do bolso dos trabalhadores. Vamos trabalhar minha gente e parar de semear sindicatos pelo país afora. Isso afronta a dignidade dos verdadeiros trabalhadores.

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