Em seu nome é exercido, com mandato de 4 anos. Atualmente pode ser até de 8, mas, é uma calamidade. O vencedor pode ficar tão à vontade (não precisa de voto no curto prazo) que se dá ao luxo de ver a cidade suja, entregue à proliferação do mosquito da dengue, e não dar bola às críticas. Se usou de factóide na reeleição ("neste segundo mandato não vou lotear a administração"), empina o nariz e vai em frente para usufruir do poder outorgado, alimentar seu ego. Por tempo determinado, é bom sublinhar.
Com prefeito, pouco perfeito para o gosto republicano, é lícito esperar a fiscalização e resposta condizente de quem teve mandato conseguido nas urnas sacrossantas, inquestionáveis.
Se infelizmente para equilíbrio dos poderes não houver vereadores, com freios e contrapesos honestos e eficazes para balizar o Executivo, i.é., caso os vereadores estejam comprometidos mais com o prefeito e muito menos com o povo, resta ainda uma esperança: ação de algum promotor público que sonha ver um povo feliz e uma cidade azeitada pelo estado democrático do direito.
Diante desse quadro, pintado com tintas primárias e sem finalização, olhe para seus políticos e responda: minha cidade está no rumo certo?
Os movimentos populares, em vários estados, mostram que os políticos não estão bem na fita, estão se descuidando das necessidades básicas do povo, o ilustre pagador de impostos que trabalha 150 dias por ano e não tem segurança, saúde, transporte coletivo, enfim, qualidade de vida. Então, pense e analise. Quem sabe com menos vereadores e prefeito com menos cargos políticos, chamados de confiança e destinados para diletos cabos-eleitorais, a final, possibilitem mais dinheiro para a tão aguardada qualidade de nossa gente. Por isso, a luta continua mesmo. A diminuição de 20 ou 10 centavos é piada diante dos desmandos nacionais.