“Prefiro vender sanduíche na praia do que ter de morar lá novamente”.
Viviane Victorette, a Ju de “América” (Globo) rasgando o verbo contra São Paulo, onde morou por quase um ano para fazer a novela “Jamais Te Esquecerei”, do SBT.
“Se um cara quer se arrumar, que coloque uma camisa bacana. Agora, usar anel de brilhante, brinquinho, cabelinho com gel, fazer a sobrancelha, aí já é demais”.
Fernanda Lima, apresentadora e protagonista de “Bang Bang”, próxima novela das sete da Globo, que não gosta muito do tipo metrossexual, tão em moda ultimamente.
“O politicamente correto é o maior exemplo de preconceito que existe. Nos Estados Unidos, eu não posso ser chamado de gordo. Tenho que dizer que sou possuidor de uma imagem corporal alternativa”.
Jô Soares, humorista e apresentador do “Programa do Jô”, da Globo, rejeitando o uso das expressões politicamente corretas.
“A ‘Playboy’ já me ofereceu R$ 1 milhão. Quando eles me oferecerem R$ 6 milhões, eu começo a pensar no assunto”.
Luana Piovani, atriz e integrante do “Saia Justa”, do canal pago GNT, falando sobre as insistentes propostas para posar nua, e deixando claro que tudo é uma questão de preço. Por muito menos, várias beldades já foram capa da revista masculina.
“Eu perco a mulher, mas não perco a piada”.
João Kleber, apresentador do “Eu Vi Na TV”, da Rede TV!, que perdeu a mulher Wânia Barros, ex-diretora de seu programa para o ator Roger, que faz o quadro “Teste de Fidelidade”.
“Seria falso dizer que acredito em amor eterno após tantas relações”.
Roberto Justus, apresentador de “O Aprendiz”, da Record, que depois de três casamentos e namoros com louras famosas, agora vive tórrida paixão pela atriz Ticiane Pinheiro, loura e 21 anos mais nova.
“Se fosse mulher, eu não colocaria silicone”.
Selton Mello, ator que fez o Tales de “Os Aspones”, da Globo, reiterando o gosto por mulheres sem “aditivos”.
“Eu me achava superficial, vaidosa demais. Hoje busco a profundidade”.
Christine Fernandes, a Aurélia de “Essas Mulheres”, da Record, fazendo uma espécie de “mea culpa”.
“A minha vida não me pertence mais”.
Fabiana Karla, atriz que faz a Gislaine, uma professora que ensina os ricos a se tornarem pobres em “Zorra Total”, da Globo. Ela se utiliza do bordão da personagem, que “toma emprestado” de seus alunos objetos valiosos e solta: “Isso não lhe pertence mais”. A atriz não pode ir ao supermercado, que tem sempre alguém para lhe dizer o bordão.
“Até ia a bares de executivos vestido de terno”.
Rafael Paiva, o Pedro de “A Lua Me Disse”, da Globo, que para compor no perfil de seu personagem um executivo do mercado financeiro, passou algumas semanas agindo como tal pelas ruas do Centro do Rio de Janeiro.