O shopping lembra uma casa que recebe puxadinho, quartinho, de acordo com a necessidade detectada pelo chefe da família. O shopping ressente-se de um bom fluxo de pessoas, essencial para a venda de impacto. Agora, as salas de cinema se fecham por falta de gente e o fato é propagado. Ganha atenção porque estavam lá há alguns anos. Os lojistas continuam acreditando na circulação de mercadorias, sem o botão mágico. Nesse interregno poderiam resgatar a importância do Tropical Shopping, sem os “puxadinhos” agregados. Seria um recomeço…