A greve dos funcionários e professores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) continua por tempo indeterminado.
Na última negociação, que aconteceu na terça-feira em Campinas, o Conselho dos Reitores das Universidades Públicas Paulistas (Cruesp) solicitou que o Fórum das Seis (composto por um docente e um funcionário de cada universidade), encaminhasse uma proposta para ser avaliada.
Em assembléia realizada na quarta-feira, os grevistas decidiram manter as reivindicações anteriores e solicitaram uma reunião do Conselho Universitário para discutir a transparência da Universidade e a expansão de vagas, além do repasse estadual.
Os servidores querem 16% de reajuste, que inclui perda salarial de 9%. A última oferta do Cruesp foi cerca 1,3% de reposição salarial para novembro e outros 2,5% para janeiro de 2005. A paralisação completou um mês no último dia 20.