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Radialismo é mesmo a sua vida

Natural de Bauru, Wagner Luiz veio para Araraquara em 1985, deixando a Rádio FM94.

Casado com Ana Cláudia e pai de Gabrielle, ele é atualmente docente da prática de radialista do curso de Radialista -setor locução-, do Senac e diretor da Rádio Morada do Sol.

Indicado por Sarah Coelho Silva, ele concedeu uma breve entrevista ao JA

JA – O que é a arte radiofônica?

WL – É uma força interior que impulsiona os amantes do rádio a sempre estarem em contato com o público.

JA – Como transmitir mais alegria para os ouvintes?

WL – O primeiro passo é fazer o que gosta, assim suas mensagens sempre serão positivas.

JA – Por que o rádio é um bom companheiro?

WL – Porque está ao seu lado em todas as ocasiões.

JA – E a importância dele em nosso dia a dia?

WL – Ele é importante pois nos traz entretenimento, informação em tempo real, diversão e faz companhia dia e noite.

JA -O que representa aos solitários?

WL – À noite, os solitários se mostram e têm no rádio um alento para a dor de viver sem alguém. O rádio fala com essas pessoas e, muitas vezes, até ouve.

JA – Como explica a sua magia?

WL – A explicação é simples: o rádio tem o poder de fazer a imaginação percorrer outros mundos e realizar sonhos.

JA – Como foi o seu início no rádio?

WL – Foi em 1983, em Bauru, quando um radialista ouviu minha voz, me convidou para um teste. Depois de um mês, eu assumia a responsabilidade de comandar o meu programa. Foi quando descobri que ser radialista também é um sacerdócio.

JA – Quem tem o microfone nas mãos, o que sente?

WL – Sente prazer de compartilhar a vida com seus semelhantes.

JA – Rádio Pirata, qual o perigo?

WL – O mesmo de um açougueiro operar um paciente com problema no cérebro.

JA – E no tráfego aéreo?

WL – É um problema que pode matar muita gente, pois os equipamentos do avião ficam “loucos” e os pilotos não têm referência real do que está acontecendo. O mesmo acontece com a polícia e ambulâncias.

JA – Hoje a sociedade participa mais do rádio?

WL – A sociedade sempre participou do rádio. Na época de ouro, o rádio era o único meio de contato com o restante do mundo.

JA – Qual a sua maior satisfação em ensinar o que sabe?

WL – É passar a realidade do rádio para quem tem sonhos e uma visão de ouvinte. Ensinando, um pouco do que assimilei durante os anos pode ser compartilhado.

JA – Comente sobre o curso do Senac.

WL – É uma maneira de passar informações pertinentes sobre o que um radialista deve primar em sua carreira: ser profissional, ter respeito pelo companheiro, respeito pelos ouvintes, além de técnicas de locução.

JA – Mensagem

WL – Com o rádio, você solta a imaginação, e através do seu som pode ver o mundo.

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