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Mensagem da Seicho No Ie

Contemplando o íntimo

Primeiramente conheça a si próprio. Você possui dentro de si uma força infinitamente maior que qualquer força que possa oprimi-lo por fora. Isto porque você é Filho de Deus, e dentro de você habita a imensa “Inteligência do Universo” (ou seja, Deus), que criou o Sol, a Terra e milhares e milhares de outros corpos celestes. Então, por que você não procura utilizar essa imensa Força do Universo? Para fazermos uso dessa força, é necessário antes de mais nada termos a consciência de que ela existe dentro de nós. Mesmo que você esteja segurando uma caneta não poderá usá-la se esquecesse que ela está em sua mão, não é verdade? Da mesma forma, embora tenhamos dentro de nós a imensa Inteligência do Universo”, dela não poderemos fazer uso se não a percebemos. Portanto, é essencial a consciência de que “o homem é Filho de Deus e nele habita a imensa Força do Universo”.

Força infinita

Ao dizermos que a “Imensa Força do Universo” está alojada no homem, não estamos nos referindo à força física, é claro. Para melhor explicar, tomemos como exemplo a energia nuclear. Os átomos existem em toda parte, mas no estado natural em que se encontram, eles não liberam energia. Somente quando a nossa “inteligência” lhes dá um tratamento adequado é que eles manifestam a sua espantosa força. Dizer que uma Imensa Força do Universo habita em nós equivale a dizer que possuímos “inteligência”. A inteligência é uma força espiritual, é a força do pensamento. Se o homem fabrica aviões, trens, navios; constrói usinas hidrelétricas, produz aparelhos de rádio e televisão que possibilitam ouvir e ver as pessoas distantes como se elas estivessem em nossa frente é porque o “poder do pensamento” do homem conseguiu dominar o espaço, o tempo e a lei da gravidade. Saiba, porém, que a força de Deus que habita dentro do homem não se manifesta somente em forma inteligente. Ela se manifesta também como “amor”, “poder espiritual”…

Inteligência e amor

O amor é uma “divindade” que se cobriu de corpo e natureza divina. O que se manifesta no homem como “Inteligência cerebral” não passa de uma parcela da “verdadeira inteligência” que se aloja nele. Não obstante, o homem tende a se apoiar apenas em sua “inteligência cerebral”, e por esse motivo encontra limitações. A “natureza divina” não é constituída só de “amor”. Por isso, quando as pessoas não manifestam o “amor” e se orientam apenas pela “inteligência”, tornam-se astutas e acabam semeando lutas e discórdias. Esforcemo-nos, pois, no sentido de manifestar amor ao mesmo tempo em que desenvolvemos nossa inteligência. A “inteligência” e o “amor” são como duas rodas de uma carroça. Mesmo que usemos a “inteligência” e adotemos o melhor método de higiene ou empreguemos todos os recursos da medicina preventiva, podemos ficar doentes, se a nossa vida não estiver sendo guiada pelo “amor”.

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