(Editorial) O condomínio é uma verdadeira fortuna?

Pagou com sacrifício determinada obra de seu prédio? Em seguida é chamado a patrocinar pintura? Claro que isso tem valia para garantir o caríssimo bem, mas, tudo tem o seu tempo certo. Cabe ao síndico mostrar bom senso: acabou de exigir pagamento fora da taxa condominial, por que não planejar a pintura com uma poupança antes de contratar a empresa? Foi citada uma empresa para evitar prejuízo no contrato de trabalhador físico. A pessoa jurídica evitar aborrecimentos em caso de acidente, por exemplo. Seguro não é gasto, é investimento. Nesta crise, alguns se sentem envergonhados ao defender parcelamento. Uma besteira, outros sofrem até mais e se calam por causa do narizinho empinado. Assim cabe ao síndico apresentar a poupança como forma de realizar o serviço, sem sacrifício maior.

Síndico inteligente adota o planejamento para êxito de sua empreitada

As comparações são válidas, é salutar fazer analogia com edifícios conhecidos, amigos ou parentes. No entanto, a grande diferença está na disponibilização do síndico, quase sempre escolhido num jogo de empurra-empurra de assembleia que se arrasta. De nada adianta chamá-lo de gestor meia-boca, aconselha-se cuidar primeiro de uma assembleia de qualidade, com participação máxima e imprescindível dos proprietários.

Não adianta gritar ao pagar pequena percentagem numa previsão orçamentária, o síndico está sendo pertinente. O serviço é inadiável, então é melhor pagar em prestações. Cooperar ao invés de reclamar é um bom início.

Não existe fórmula mágica, o negócio é planejar e negociar, uso racional de água e eletricidade, otimização da escala de trabalho (pode-se usar menos gente?) e assessoria de administradora experiente e moderna.

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