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(EDITORIAL) Brasil em Crise

Nos últimos anos, o brasileiro tem enfrentado um aumento alarmante no custo de vida. O preço do café, que antes era 7 reais o quilo, saltou para 30 ou até 40 reais. O arroz, o óleo, o leite etc. seguiram o mesmo caminho. A realidade é clara: cada vez mais, o básico para a sobrevivência está se tornando inacessível para grande parte da população. Este aumento não é fruto de uma inflação natural, mas sim de uma carga tributária pesada, com cerca de 27 impostos que, diretamente ou indiretamente, aumentaram o custo dos produtos.

“Estou almoçando no restaurante de 1 real para conseguir comprar um pouco de ração para o meu cachorro”, diz um trabalhador à nossa redação, evidenciando como a falta de recursos para as necessidades básicas afeta até mesmo os cuidados com os animais de estimação. Outro empresário, dono de uma pequena lanchonete, menciona que a família precisa fechar o estabelecimento aos domingos, pois não encontra trabalhadores.

É contraditório. De um lado, a alimentação e os produtos essenciais estão cada vez mais caros; do outro, empresas enfrentam dificuldades para encontrar mão de obra. A crise de mão de obra não é apenas uma questão de falta de recursos, mas também de condições de trabalho. Sem condições de pagar salário melhor com os altos custos operacionais, devido aos impostos, muitos brasileiros simplesmente não conseguem manter seus negócios ou abrir novos.

A proposta de muitos políticos é oferecer mais benefícios sociais. Porém, será que isso realmente resolve o problema? Em ano eleitoral, a promessa de mais assistencialismo é estratégico, e é necessário refletir: até que ponto essa dependência do governo não nos leva a um ciclo insustentável? O Brasil, que já é considerado um dos maiores pagadores de impostos do mundo, vê muitos empresários migrando para países como o Paraguai, onde impostos são significativamente menores e o ambiente de negócios, exemplo a recente fábrica da LUPO que será aberta.

É preciso mudança: não podemos depender de políticos para sobreviver. O verdadeiro caminho para a dignidade do ser humano está em nossa independência, na geração de empregos e na redução da carga tributária. Devemos exigir mais eficiência do governo, investimentos em políticas que incentivem a produtividade e a criação de postos de trabalho. O Brasil ainda tem tempo de mudar, mas é hora de agir.

Vamos trabalhar por um Brasil mais justo, com menos impostos, menos paternalismo e mais oportunidades para todos, pois o Governo não tem dinheiro, o dinheiro vem do povo, pagador de impostos.

Foto Ilustrativa Freepik

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