Texto: João Baptista Galhardo
Conta-se que Henry Ford costumava despedir da sua fábrica de carros, o trabalhador que efetuava a sua tarefa mau humorado. Sorrir não significa tão somente mostrar os dentes. O sorriso começa na alma, filtra nos olhos e desabrocha nos lábios. Se fosse tão somente colocar os dentes à mostra não teria explicação o sorriso belo e natural de um bebê banguela.
O sorriso é elogio, lisonja, amor, bálsamo e chave para um relacionamento duradouro. Madre Tereza de Calcutá já dizia que a “Paz começa com um sorriso”. Faz bem para a saúde. “O coração alegre ajuda a sarar, mas espírito abatido seca os ossos” (Provérbios, 17:22). O sorriso é uma riqueza que não diminui. Beneficia quem sorri e os que recebem. São Francisco de Sales diz que a alegria abre e a tristeza fecha o coração. O sorriso é remédio. O homem tem a idade de seu sorriso.
O sorriso nada custa, mas cria muito. Enriquece quem recebe, sem empobrecer quem oferece. Dura um segundo, mas a memória não esquece. Traz felicidade ao lar, ao trabalho, alimenta o bom relacionamento e é a senha dos amigos. O sorriso não pode ser comprado, mendigado, suplicado, implorado, emprestado ou roubado. Ele deve ser dado naturalmente. Não leva a vida tão a sério. Você não vai sair vivo dela. É Natal. Deixe o celular de lado e sorria.
Feliz Natal

