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CTA: filme triste (Editorial)

Quem é da cidade conhece a história nos mínimos detalhes. Empresa alinhavada por Rômulo Lupo foi sucesso por quase 50 anos. Depois, algumas mudanças que a conduziram para posição delicada. Pode-se afirmar, mesmo não conhecendo todos os detalhes, que a CTA vai mal das pernas. (questão de gestão?)

Ainda outro dia, para fazer caixa, nossa prefeitura tentou uma garfada "meio imoral" no DAAE que de autônomo tem só o nome. Em 1969 quando Rubens Cruz assinou decreto para dar-lhe vida jurídica foram passados área de terra e alguns imóveis para cuidar da água e esgoto. Missão cumprida. Por isso, a cobrança do que teoricamente foi dado se afigura como indigesta, fora de propósito.

Neste momento, no mar de manifestação popular, a prefeitura tenta vender a sede histórica da CTA, na valorizada Fonte Luminosa. Aliás, a pretensão do Executivo foi objeto de manifestação entre pessoas do povo. Até porque os vereadores (maioria qualificada), supostamente nem está aí porque pertence à base do prefeito e ganha alguns privilégios políticos. Melhor seria fazer parte da base de eleitores, os donos do poder conforme a Constituição Federal.

Diante da escassez de tempo para buscar alternativa, visando recuperar a CTA, o nobre prefeito tenta vender a sede para, ao depois, quem sabe vender algumas ou todas as linhas rentáveis e, como diria aquele humorista: passar a régua no transporte coletivo. Ah, chega informação de que, mesmo com tantos problemas, o prefeito nesta semana colocou mais um no cabide da CTA. Assim, quem aguenta?

Para finalizar, diante desta fotografia que precisa de mais foco, os vereadores vão aprovar uma CEI Comissão Especial de Investigação para mostrar a verdade?

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