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Coragem para evoluir

Texto: Daniel Munhoz

A coragem para levar adiante as decisões e para concretizar planos é tema do livro ôCoragem para Evoluirõ lançado pelo administrador de empresas Luciano Vicenzi. Após pesquisar e ministrar cursos sobre o tema da coragem nas principais capitais brasileiras e na Argentina, Luciano Vicenzi compilou os resultados de suas vivências, pesquisas bibliográficas e estudos de caso.O livro já pode ser adquirido via internet ( http://www.iipc.org.br/shop ) e está disponível nas Unidades do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia e em livrarias de todo o país. Aqui temos uma pequena amostra do trabalho do pesquisador.

O que motivou sua pesquisa a respeito da coragem?

Luciano Vicenzi. Percebi que o meio no qual vivemos exerce uma influência muito grande sobre minhas escolhas e as escolhas das pessoas. Há uma imagem que se cria de acordo com os moldes sociais que não corresponde a realidade da consciência. Com isso, o fator coragem torna-se fundamental para a reconquista da liberdade de manifestação da consciência rumo a realização da programação existencial.

O que pode ser feito para a superação do quadro da falta de coragem?

Vicenzi. A autopesquisa é essencial para descobrir quais os tipos de perdas lhe causam mais medo e trabalhar num processo de reeducação pessoal. O problema maior do medo é quando ele se torna grande o suficiente para comprometer nossas ações pró-evolutivas. Nesse ponto caracteriza-se a covardia. Por isso, conhecer-se e conhecer os fatores que interferem com sua segurança pessoal são importantes. Somente quando identificamos esses fatores adquirimos lucidez suficiente para discernir sobre o que é melhor para o nosso autodesenvolvimento.

Como é possível diferenciar a evolução da pessoa que tem a coragem sadia daquela que sofre de falta de coragem?

Vicenzi. Quando prepondera na pessoa o uso da coragem sadia, apresenta-se um ritmo de renovação pessoal mais dinâmico e coerente ao longo do tempo. Não se passa tanto por altos e baixos pois a pessoa sente-se motivada com suas conquistas. As crises de crescimento são menos críticas, pois desdramatizam-se os problemas e coloca-se o foco de ação prioritariamente nas solucões. Assim, desenvolve-se a criatividade e a conexão com os amparadores extrafísicos interessados na questão.

Quando a coragem não é sadia apresentam-se dois extremos: no primeiro, a pessoa apresenta ações intempestivas e de baixa qualidade evolutiva. É a coragem burra, mal direconada e que não raro cria interprisões para a consciência. No segundo ponto extremo, a pessoa sofre com sua realizacões inexpressivas, comprometendo a autoconfiança e ficando sujeita ao direcionamento dos outros. Nessa vida, se não pensamos, alguém faz isso por nós. Não raro, transita-se de um extremo ao outro, vivendo constantes altos e baixos na motivação pessoal.

(*) É jornalista e professor de Conscienciologia.

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