Colaboração: João Luiz Ultramari
Falta de Pagamento: por falta de aviso não foi né Prefeito, não adianta pagar os salários e horas extras dos funcionários municipais e deixar de pagar a fatura das terceirizadas que têm que pagar seus funcionários que prestam serviços para a Prefeitura (evidente que haverá paralisação).
Outra falha nos termos e editais de concorrência pública, que não preveem uma retenção mensal do faturamento em conta corrente, corrigida para garantir o 13º salário no final de ano. Quem sabe um dia as administrações públicas aprendam!
Prestação de Contas: sei que não é normal fazer uma prestação de contas mensal, mas no caso de Araraquara (praticamente falida, como já mencionado pelo Prefeito), em razão de não ter fiscalização de quem de direito e para não ser criticado, seria interessante a população saber das dívidas anteriores a 2026 por setores e a programação do que está sendo pago a partir de 01/01/2026, claro, com a prioridade das contas mensais a partir de janeiro/2026 e saldo de 2025.
Se não for assim Prefeito, aguente as críticas de que nada está fazendo pela cidade, principalmente de parte dos vereadores e pessoas que desconhecem o que é não ter dinheiro em caixa para cumprir compromissos.
Coisas que a população deve saber: Prefeito, é interessante informar qual o custo mensal do Município com empresa terceirizada que toma conta dos animais recolhidos por abandono. Segundo consta, o valor mensal que desconhecemos é para cuidar de até X animais, que já está ultrapassando mais de 100 mensais. Não estão recolhendo mais e quem procura recebe a informação de que se trata de problema familiar e que os herdeiros são responsáveis pelos animais deixados por falecidos da família. Vai dar o que falar essa situação.
Também deve a população saber quanto é o gasto mensal pelo Município com idosos (quantos e valores). Assim como relativo ao custo com abrigos e alimentação, desconhecemos quantas pessoas são atendidas mensalmente e o custo, mesmo caso seja de verba federal.
Famoso IPTU dos mortos (taxa): já estou com meu nome em dívida ativa na Prefeitura, sem ter assinado qualquer contrato de concessão em nome da família, pois meu pai adquiriu dois terrenos do Município (tem comprovação e declarou imposto de renda e está no inventário), construiu 6 carneiras e faleceu muitos anos depois (o primeiro a ser enterrado no túmulo).
Está na dívida ativa apenas o primeiro ano, os demais ainda não foram entregues carnes para poder acionar o judiciário, inclusive com indenização por danos morais, pois há mais de 2 anos estou tendo problemas com setor financeiro, principalmente por ser advogado, técnico em contabilidade, jornalista e atividades na sociedade. Vereador alertou o Prefeito para uma solução amigável, evitando transtornos judiciais, mas o mesmo preferiu continuar recebendo essa receita e ainda reajustou esse ano.
Sem entrar no mérito, não existe segurança no Cemitério, já roubaram todas as peças de valor dos túmulos, não existe limpeza geral e ainda não reformaram a Capela, que está interditada. Quer arrumar encrenca mesmo né Prefeito, uma taxa razoável para manutenção OK, mas um absurdo sem cobrança de todos os túmulos é triste, né?
Obras Deixadas: é obrigação de todos os administradores fazer o melhor para as cidades, principalmente quando seu partido está no poder maior, mas pensando que ganharia nova eleição para cobrir o rombo deixado, não poderia deixar o caixa sem recursos para a nova administração, que pouco pode fazer em 2025, vamos ver agora o que se poderá fazer com a arrecadação de 2026. Já paguei à vista uma cacetada de IPTU dos meus dois imóveis para colaborar com a atual administração. Tem que falar mesmo Prefeito, o rombo deixado e prestar contas na forma mencionada nesta.
Agradecimentos: sem mencionar os nomes, pois são muitos, agradeço as felicitações de final de ano sobre os assuntos abordados neta coluna e dos locais que visito anualmente como papai Noel, em especial o Nosso Lar, onde tiro foto com todas as pessoas internadas, muitos ainda que “acreditam” no Papai Noel… que alegria a deles.



