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Atividade física ativa “farmácia natural” do cérebro e fortalece saúde mental, aponta médico

Movimento estimula neurotransmissores ligados ao prazer, foco, controle do estresse e longevidade

A prática regular de atividade física vai muito além da estética ou da perda de peso.

Ao se movimentar, o corpo aciona uma complexa resposta bioquímica no cérebro, com liberação de neurotransmissores e substâncias neuroprotetoras que impactam diretamente o humor, a cognição, o sono, o controle do estresse e a saúde mental a longo prazo.

urante o exercício, o cérebro aumenta a produção de serotonina, dopamina, noradrenalina, endorfinas, GABA e fatores neurotróficos, além de estimular novas conexões sinápticas. O resultado é uma melhora global do funcionamento cerebral e do equilíbrio emocional.

De acordo com o médico nutrólogo Dr. Adriano Faustino, especialista em metabolismo e medicina funcional, “a atividade física é uma das ferramentas mais poderosas que temos hoje para modular a química cerebral de forma natural, segura e sustentável“.

Essas substâncias liberadas durante o movimento atuam como verdadeiros “medicamentos naturais” produzidos pelo próprio organismo:

Endorfina: reduz a percepção da dor e promove sensação de prazer e bem-estar

Dopamina: está associada à motivação, foco, disciplina e sensação de recompensa

Serotonina: contribui para a melhora do humor, do sono e do controle da ansiedade

Noradrenalina: aumenta energia, atenção, estado de alerta e desempenho mental

GABA: ajuda a reduzir a hiperatividade cerebral, promovendo relaxamento

Fatores neurotróficos, como o BDNF: estimulam a neuroplasticidade, a memória e a proteção dos neurônios

Segundo o Dr. Adriano Faustino, “quando o exercício se torna regular, o cérebro passa a funcionar de forma mais eficiente, com melhor resposta ao estresse, mais clareza mental e maior estabilidade emocional”.

Estudos científicos mostram que esse estímulo neuroquímico contínuo está associado a uma série de benefícios práticos no dia a dia:

– Redução do estresse e da ansiedade

– Melhora do humor e da qualidade do sono

– Aumento da concentração e da memória

– Mais disposição física e mental

– Menor risco de depressão e declínio cognitivo

– Proteção contra doenças metabólicas e neurodegenerativas

Quanto de exercício é necessário para obter os benefícios

As diretrizes internacionais de saúde indicam que os efeitos positivos do exercício sobre o cérebro e o metabolismo podem ser alcançados com:

– 150 minutos semanais de atividade física moderada, como caminhadas rápidas ou pedaladas

– ou 75 minutos semanais de atividade intensa, como corrida ou treinos intervalados

– Treinos de força pelo menos duas vezes por semana, fundamentais para a saúde muscular, metabólica e neurológica.

Sobre esse ponto, o especialista ressalta que “não é a intensidade extrema que gera resultados, mas a constância. Seguir essas recomendações já é suficiente para ativar mecanismos profundos de proteção cerebral, equilíbrio hormonal e prevenção de doenças“.

Não importa qual atividade, importa que faça sentido para você

Outro aspecto essencial é que não existe um único tipo de exercício ideal. O mais importante é encontrar uma atividade que traga prazer, bem-estar e seja possível manter ao longo do tempo. Caminhada, musculação, corrida, mas também natação, hidroginástica, dança, pilates, yoga ou atividades funcionais são capazes de ativar esses mesmos mecanismos neuroquímicos quando praticadas com regularidade.

Segundo o Dr. Adriano Faustino, “o melhor exercício é aquele que a pessoa consegue manter. Quando há prazer e identificação com a atividade, a adesão aumenta e os benefícios para o cérebro e para a saúde se consolidam“.

Para o especialista, o impacto do exercício vai além do presente. “Atividade física regular é uma estratégia de saúde cerebral e longevidade. Ela protege o cérebro hoje e ajuda a preservar autonomia, cognição e qualidade de vida no futuro“.

A ciência reforça que não é preciso alto rendimento esportivo para obter esses benefícios. Movimentos simples, feitos com frequência, já são suficientes para ativar essa verdadeira farmácia natural do organismo.

Assim, o exercício deixa de ser apenas uma escolha estética e passa a ser uma decisão estratégica de saúde mental, equilíbrio emocional e prevenção de doenças ao longo da vida.

Quem é Dr. Adriano Faustino

– Médico graduado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG);

– Diretor da Sociedade Brasileira de Medicina da Longevidade (SBML) e da Sociedade Brasileira de Medicina da Obesidade (SBEMO);

– Coordenador do Ambulatório de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital Regional de Betim/MG;

– Possui Formação em Geriatria, Nutrologia, Medicina Funcional, Fisiologia Hormonal e Oncologia Integrativa;

– Possui título de Especialista em Medicina Legal e Perícias Médicas;

– Professor universitário nas áreas de Medicina Legal, Anatomia Médica, Primeiros Socorros e Legislação Médica;

– Foi Professor de Pós-Graduação na Fundação Unimed e no Mestrado em Saúde da Faculdade de Direito Milton Campos (MG);

– Desenvolvedor do Protocolo C.A.U.S.A. – Câncer, Autocuidado, Unidade, Saúde e Ação;

– Idealizador do Programa Saúde Máxima e do Protocolo de Medicina Investigativa, já ajudou milhares de pacientes a transformarem suas vidas com diagnósticos precisos e abordagens terapêuticas baseadas em ciência de ponta, estilo de vida, alimentação e intervenções personalizadas;

– Autor do livro Cientificamente Divino – Princípios bíblicos e científicos para uma saúde máxima.

Mais informações disponíveis:

Site: www.institutofaustino.com.br

Instagram: @dr.adrianofaustino | @institutofaustino

(Assessoria de Imprensa – CM PRESS Produções Artísticas)

Imagem: IA

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