Sarah Coelho Silva (*)
Parece estranho, mas é assim mesmo.
Quando estamos tristonhos, melancólicos, abatidos
Ou mesmo nos sentindo o último dos moicanos
Andamos pelas ruas como que pisando em cascas de ovos.
As vezes chegamos ao nosso destino, levados pelas mãos divinas,
Olhando para o chão como que se estivéssemos procurando dinheiro, mas hoje em dia, ninguém mais deixa cair nenhum vintém.
Nossa postura, coitada, é a mais lesada, andamos como
O famoso corcunda de Notre Dame, parecendo um velho sem rumo, sem destino.
Muito menos lembrando do caminho de volta para casa, de fato uma lástima.
Mas, como diz o velho e sábio ditado:
Não há mal que sempre dure ou bem que um dia se acabe.
Vamos falar bem da nossa necessária e boa postura:
Primeiro, temos que estar de bem com a vida, nossa auto-estima levantar no mais alto grau e continuar andando.
Se possível não olhar para traz, o que passou, passou.
O passado a gente esquece porque o conhecemos muito bem e sabemos o que ele nos ensinou, que nos ajudou a crescer com mais esperteza e sabedoria.
Então vamos lá sempre em frente, a vida não pode parar.
Mas, sempre continuar e quem quiser vencer, ser feliz por esta situação de bem-estar, tem mesmo que labutar.
Não é fácil, mas também tudo muito fácil no final torna-se sem graça, perde a noção de desafio para atingir os objetivos.
Tem um velho ditado que diz: “Quem olha por fora, sonha. Quem olha por dentro acorda.
Como vivo com meus olhos bem abertos e não sonho acordada
Tento manter minha boa postura para o bem do meu esqueleto, com boa aparência.
Tento também, manter minha auto-estima para ser feliz e transmitir aos outros esta felicidade também.
Porque é mais gratificante fazer bem ao próximo que a si próprio.
(Ofereço este texto à minha fisioterapeuta Cristina).
(*) É escritora e colaboradora do JA.