Interrogatório
(*) Beto Corrêa
A Justiça de Araraquara interrogou nesta semana, o médico Haroldo Petlik, que teria sido o suspeito de ser o mandante da morte da esposa. O depoimento durou cerca de duas horas. Ele negou a participação no crime que aconteceu no domingo de carnaval de 1994 quando a professora foi morta em matagal próximo ao Jardim Roberto Selmi Dei. Ela foi esfaqueada, agredida com uma pedra e o carro, um Fiat Uno, de sua propriedade foi queimado. O médico responde ao processo em liberdade, afirmando que a denúncia não tem sentido.