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(EDITORIAL) Eleições históricas

Este ano, o Brasil realizará eleições para presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais. O país atravessa uma fase difícil, marcada por desafios na segurança pública, na saúde, na educação e por uma inflação em alta.

Para que mudanças efetivas ocorram no país, é fundamental atenção especial à composição do Senado Federal. Dos 81 senadores, 54 cadeiras estarão em disputa, o que representa uma oportunidade real de renovação. É essencial que o eleitor reflita: o senador em quem votou correspondeu às expectativas depositadas? Caso a resposta seja negativa, é legítimo reconsiderar o voto.

Entretanto, mudar de candidato exige informação. É dever do cidadão acompanhar, cobrar e fiscalizar seus representantes, seja por meio de e-mails, redes sociais — hoje amplamente utilizadas — ou por outras formas de participação democrática. O mesmo cuidado deve ser adotado em relação aos deputados federais e estaduais.

Devem se manter atentos também a história do candidato, seus atos passados dizem muito sobre quem ele é. Também é importante destacar como precisa entrar em redes sociais do candidato com a consciência de que ela – logicamente – falará em favor do mesmo, portanto, indaga-se sobre os fatos e sobre o “certo”.

O Brasil precisa de mudanças para superar o cenário de insegurança institucional e social que enfrenta. Como estabelece a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 1º: “Todo o poder emana do povo”.

Cabe, portanto, ao eleitor analisar antecipadamente o comportamento e as propostas de seus candidatos, votar com consciência e cobrar daqueles que forem eleitos. Afinal, vivemos em uma democracia — ou não?

Foto Ilustrativa Freepik

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