Juarez Alvarenga (*)
O ano chega ao fim e as pessoas também. É época de renovação e esperança. Alguns objetivos exauriram com as realizações. Outros foram até a metade. E os demais, virarão simples ferro velho.
Época de novos caminhos e horizontes. Não sabemos o que é melhor, terminar o resíduo que falta dos velhos caminhos ou buscar novos itinerários, neste sintomático mês de dezembro.
Para muitos, é época de passar as férias na cidade natal. Coqueiral se renova de pessoas jovens nesta época.
Lembramos de nossa geração. Dos sonhos inocentes e dos fogos homéricos.
Meu sobrinho metropolitano veio passar alguns dias aqui em Coqueiral.
Chegou perto de mim e diz que as noitadas coqueirense é como hotéis de cinco estrelas deveram dormir acordado para desfrutar do conforto. Em retribuição a tal observação acrescendo. As noites coqueirense são comunhão com a vida e a celebração com a felicidade.
As noitadas nas camas coqueirense é um paraíso psicológico, pois volto ao passado rico em detalhes.
Lembro-me dos fogos homéricos e dos sonhos extasiante sem razão e de altura incomensurável.
O passado impregna nossa alma e junto com ele, o relógio da igreja bate a melodia que nosso antro intimo deseja, acordado busco na nossa imaginação todas as ondas vividas para trás são lembradas.
E o mais importante como principal protagonista de nossa história absorvo sonhos para transformar em realidade quando voltamos para metrópole.
Hoje, absorvidos pela lucidez extrema e mesmo quando, bebemos excessivamente não conseguimos libertar dela. É instrumento perene e consistente pairando em nossa alma atual.
A vida nos hipnotizou com suas investidas.
Realmente, a cama coqueirense de fim de ano, principalmente, para o forasteiro é um deleite para alma feliz.
A historia vivida são repetidas pela imaginação e os planos convictos tem como laboratório a solidão das madrugadas coqueirense, pois é nelas que, quando todos dormem, as grandes ideias acordam.
(*) É Advogado e Escritor