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(Editorial) Imprensa profissional não é desejada pelos políticos profissionais e nem empresário, um pequeno grupo, que adora essa luz

A pilha de dinheiro cresce, mas chegará o dia para a resposta ao Senhor dos senhores e tudo deixará de ter sentido linear. Dinheiro, apenas papel sem lastro de qualquer fragmento eterno. Será hora da verdade, sem justificativa vã. Sem enganação!

Esse título do editorial, o primeiro no chamado Ano Novo (após carnaval), é para ser pensado, abrir uma discussão sem a preocupação de buscar certo ou errado. Essa troca de ideias, dois palitinhos de conversa são bem-vindos. Mas, quando o jornalista profissional entra em temas entendidos como "proibidos", a união se faz presente: as partes somam-se para afastar o "perigo" do contraditório. Explicar por que se temos o poder? Ninguém discute esse poder, mas, não se deve esquecer de que ele é fugaz, passageiro.

Obviamente isso terá que ser explicado no futuro e talvez esse futuro esteja bem próximo, sabe-se lá. O correto é que uma resposta terá que ser construída: "meu filho o que você fez com os talentos que lhe dei de graça, só almejando uma multiplicação junto a seus irmãos? Dei e esperei, simples assim. Repito: o que você fez com os bens que disponibilizei para sua vida? Pode me falar agora, estou ouvindo. Com amor no coração".

Como diria alguém: aí o porco torce o rabo… não vai dar para enganar. Afinal é o Mestre pedindo explicação. Pedindo? Melhor dizendo exigindo explicação.

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