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(Editorial) Agressão a professores

A Folha de S.Paulo, edição 2/10, publicou pronunciamento da presidente da Apeoesp, Maria Izabel A. Noronha, citando 51% dos professores vítimas de violência enquanto percentagem ainda maior comprova ambiente inamistoso na escola, impróprio para o pleno exercício.

O lugar de aprendizagem transformado em guerra, efetivamente inadmissível entre os que interagem 200 dias letivos em busca do saber. Fala-se em maneira para reduzir ofensas físicas: incentivar programa de mediação. "Não basta constatar que a violência existente na sociedade se reflete nas escolas. É preciso definir como a Educação vai lidar com isso, construir coletivamente respostas para o problema", afirma a presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado.

A presidente Maria Izabel tira lixo debaixo do tapete, o que faz bem e permite incentivar debate para dirimir situação tão canhestra. Principalmente porque no passado o professor era tido como autoridade. Mais respeito em forma de salários condizentes e reciclagem estimulada automaticamente pela felicidade de se doar. A verdade é que o processo de ensino, literalmente nobre, deve ser revisto a começar pelo olhar dos governantes.

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