Maria Ursulina Ramalho (*)
A dor, seja ela física ou moral poderá nos causar fraqueza e incapacidade, dependendo de sua intensidade. Teremos que buscar uma força que está alojada em algum canto de nosso ser.
Apesar do sofrimento que poderá nos causar, ela não é infinita, um dia desaparecerá principalmente se usarmos a paciência e a compreensão. Todo ser humano um dia terá uma dor qualquer.
A dor tem a função de nos educar para nossa própria maturidade. Por que falamos da dor? Ora, vivemos num mundo de grandes dores provocadas pelos homens, com sua irresponsabilidade e egoísmo. Observando nossa realidade sem indiferença encontramos muitos moradores de rua, andarilhos, vítimas de vícios que resultam em um grande número de excluídos da sociedade. Ainda assim, sorriem e agradecem.
Do outro lado do mundo, os fatos nos entristecem, pela violência das guerras e barbáries que se multiplicam sem fim.
Entretanto, como a dor não é eterna, a alegria é um sentimento que se manifesta quando nos interessamos uns pelos outros em verdadeira comunidade visando criar um mundo melhor.
O sorriso que oferecemos e recebemos é motivado pela esperança.
A alegria está em todos os seres que habitam a Terra, ela nos mostrará o caminho para as soluções a serem promovidas. Por isso vamos amparar os desabrigados, doentes e excluídos. Saudações aos ricos que não perderam a humildade, não ficando contaminados pela cobiça.
Agradecemos aos que estarão à frente das decisões que devem aprimorar a sociedade com justiça para todos.
É com esta renovada esperança que devemos continuar a busca pela felicidade e paz para a humanidade.
(*) É Escritora e Pedagoga