Cabide de emprego e comando de partido político, na base da porteira fechada, não é receita inteligente para empresa de sucesso. Administração com diretores escolhidos no lastro partidário justificada por suposta "sustentação de governabilidade", na maioria das vezes, não dá certo e pior: causa problemas. Na Companhia Tróleibus Araraquara, como ferrugem, o material foi se deteriorando e encontra-se numa situação lamentável. Tem remédio? A cada dia que passa o "doente" fica mais vulnerável às bactérias que será pontual no mandato duplo de Marcelo Barbieri. Cidade sem autoestima, ao que parece, faz povo torcer para que dois anos passem com rapidez e já indaga: quem será o sucessor?
Por outro lado, Daae que deveria combater desperdício de quase 40% da água colocada na rede de distribuição é chamado a cuidar do lixo, da varrição de ruas e manutenção de praças. Uma fuga de sua finalidade e a maioria dos vereadores não faz nada, deixa de cumprir o que prometeu ao colocar o nome para ser votado nas urnas democráticas visando representar os elevados interesses da população. Lamentável!!!