Não é fácil, devido à náusea, falar sobre alguns atos de um punhado de nobres vereadores. Mas, salta aos olhos que amigos íntimos, quando separados por demanda afetivo-eleitoral, são inimigos fortíssimos e perigosos. Na primeira esquina, após a "separação", a pedra chega com potencial de ferir.
É o caso do prefeito araraquarense com o presidente da Câmara Municipal, só que anúncio intempestivo no sentido de bater às portas do Ministério Público (atraso em resposta a requerimentos da tradicional Casa de Leis) mostra que houve, em passado recente, no mínimo a construção da omissão e o papel de fiscal do povo foi colocado à margem na estrada cheia de bifurcações. Inquestionavelmente mais nítidas e amplas quando da proximidade de outra eleição. A saída do barco, no início do segundo mandato, foi um fato atípico. Justifica-se caso o agente político queira um factóide para pleitear, por exemplo, a chefia do Executivo. Cabe ao povo analisar para votar com menos erro. Essa a verdade para absorver firulas por demais manjadas.