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Separação é o que mais estressa

Um estudo mediu o efeito de alguns acontecimentos na vida das pessoas e concluiu, por exemplo, que casar é quase tão estressante quanto ter uma acidente ou uma doença. Você acredita?

O estudo foi feito por dois pesquisadores americanos que tentaram colocar em números o impacto causado pelos principais fatos que estressam as pessoas. Apesar de ser complicado, porque a sensibilidade das pessoas varia, o trabalho ajuda a dar uma idéia de como o estresse pode ser provocado por estímulos bons e ruins.

No trabalho, a capacidade de cada item avaliado foi medida de 0 a 100. A morte do cônjuge, por exemplo, recebeu 100 pontos. Já o divórcio, 73 pontos; acidente ou doença, 53; e casamento 50. Na sequência apareceram desemprego (47), gravidez (40), mudança no trabalho (39), compra de casa de valor alto (31), dificuldade com o chefe (32) e férias (13).

De acordo com a psicoterapeuta Simoneta Sandra Varela, a separação, seja por morte ou legalmente, é o processo humano mais doloroso. “Temos instintivamente uma tendência à continuidade dos vínculos. A vida é que se encarrega das pequenas separações, como o casamento de um filho, ou uma mudança de cidade”, afirma.

Simoneta diz que as pessoas levam tempo para se reorganizar. “Estudos apontam o período de luto, por exemplo, de 6 meses a 4 anos. A reorganização em qualquer situação vai depender da estrutura emocional e dos acontecimentos seguintes na vida da pessoa”, esclarece a psicoterapeuta.

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