O ex-vereador Zizo que recentemente visitou o nosso jornal, ao que parece, procurando se posicionar como "vítima" deste veículo de comunicação faz um jogo de palavras e no contexto algumas acusações descabidas. Aliás, como fizera na última eleição, derramando lágrimas no palanque, por ter sido perseguido pelas leis que não permitiram a sua candidatura. Como se recorda, o seu cunhado Trentim era prefeito e a lei não permite que alguém, nessa linha de parentesco, possa se candidatar. Zizo pode pedir para se mudar a lei… enquanto isso deve mudar o seu discurso de guerra.
Embora não tenha sido ofendido em nada, na matéria inserida na última edição, o seu "direito de resposta" é facultado como maneira de se estimular o debate democrático. Mas, não tente proibir o jornalista e nem ninguém de pensar, sentir e agir. Pelo texto enviado, percebe-se que Zizo é bem articulado, sabe expressar o seu ponto de vista, escreve bem e consegue filosofar em cima de "ofensas" inexistentes. Mas, um erro gritante na comunicação formal ou jurídica: não considerou as aspas da tal reunião "secreta".