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Documento pede informações sobre condições estruturais do Centro de Educação ‘Piaquara’

Questionamentos à Prefeitura de Araraquara foram feitos pelo vereador Rafael de Angeli (Republicanos)

Em Requerimento encaminhado recentemente à Prefeitura de Araraquara, o presidente da Câmara Municipal, vereador Rafael de Angeli (Republicanos), solicita informações sobre as condições estruturais do Centro de Educação Complementar (CEC) “Piaquara – Professora Lectícia Vitta Filpi”.

O parlamentar afirma que recebeu relatos de comprometimento estrutural nas dependências da unidade escolar, incluindo a existência de rachaduras em sua estrutura. “As informações são de que parte da unidade foi interditada em razão dos riscos identificados, permanecendo em funcionamento, contudo, setores como a cozinha e o refeitório.”

Angeli destaca a preocupação manifestada por servidores, pais e responsáveis quanto à segurança de alunos, profissionais da educação e demais usuários da unidade. “A preservação da integridade física da comunidade escolar deve ser prioridade da administração pública”, entende o vereador.

No documento, o parlamentar pergunta quais problemas estruturais foram identificados no CEC “Piaquara”; se há laudo técnico elaborado por profissional ou órgão competente sobre as condições estruturais da unidade e, em caso positivo, requer cópia; e quais áreas da escola foram interditadas e quais os motivos que justificaram a interdição.

Questiona ainda se a cozinha, o refeitório e os demais ambientes atualmente em funcionamento foram considerados seguros pelos órgãos técnicos responsáveis e, em caso positivo, pede os documentos ou laudos que fundamentam essa conclusão.

Indaga ainda se existe risco de agravamento dos danos estruturais ou de necessidade de interdição total da unidade e qual a avaliação técnica realizada pelo Município; além de quais providências já foram adotadas para solucionar os problemas estruturais identificados.

Encerrando, busca saber se existe cronograma para execução das obras de recuperação, reforço estrutural ou reforma da unidade e, em caso positivo, os prazos previstos para início e conclusão dos serviços. Ele também questiona se, caso seja necessária a desocupação total da unidade, existe planejamento para o remanejamento dos alunos e servidores e, em caso positivo, como ocorrerá.

“Quando existe qualquer dúvida sobre a segurança de uma unidade escolar, precisamos ter respostas claras e, principalmente, garantir que alunos e profissionais estejam em um ambiente seguro. Nosso objetivo é entender a real situação do Piaquara e acompanhar as providências necessárias para que os problemas sejam resolvidos o quanto antes”, conclui Angeli.

(Setor de Imprensa – Câmara Municipal de Araraquara)

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