Segundo mandato é péssimo

O chefe do Executivo de Araraquara é argumento insofismável de que não se pode ou melhor, não se deve pensar em reeleição. Edinho Silva não é nem sombra daquele do primeiro mandato, com garra e determinação, de enorme acessibilidade e muita energia para somar. Talvez uma gana tremendamente forte só para se colocar como melhor opção para o segundo mandato. Ganhou e… está cansado. Vive hoje um clima como se fosse de final de mandato quando, faltando três meses, após as eleições vê o seu gabinete ficar vazio, inclusive, sem a turma do lambe-lambe. A torcida, como no segundo mandato de FHC, para chegar logo o 1º de Janeiro a fim de passar o bastão. O pior é que nem estamos na metade desse segundo mandato e a grande pedra no sapato (que a história vai especificar com o sol do meio dia), é a saúde. O petista que deixou muita gente no meio do caminho, foi precipitado e não elegeu a verdade quando afirmou ter sido obrigado pelo Ministério Público Federal a decretar a intervenção na Santa Casa de Misericórdia. Pode ter ocorrido no máximo uma sugestão, mas, esse foi o início de seu calvário e ainda hoje (com a dança dos mesários e saída de seus poucos amigos), cresce o desgaste. Afora os fatos pontuais do dia-a-dia que desgastam sua imagem. Por exemplo, o fechamento da Gota de Leite foi um crime (nem o vereador e ex-presidente daquele hospital teve coragem de gritar. Coube ao presidente Lia, de Américo Brasiliense, apresentar um voto de repúdio pelo encerramento da maternidade. Aliás, os vereadores de Araraquara, com raras exceções, são tão ineficazes que nem conseguiram impor a vontade linear e natural de retornar ao Palacete São Bento, deixando de pagar 20 mil por mês do prédio alocado. Os nossos nobres vivem implorando uma providência ao Executivo todo poderoso. Um horror!!!

Para não continuar no óbvio: a sorte do prefeito Edinho Silva e de sua família é que na atual composição da Câmara Municipal não tem nem um vereador com a vontade férrea e técnicas de envolvimento (com respaldo de um grupo de jornalistas), como o então vereador Edinho Silva. Essa, a triste situação que infelizmente não enriquece nenhum currículo.

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