Prefeitura e Caixa: mais 158 casas

Para o próximo ano serão mais 133 no jardim igaçaba, num processo de oferecer um teto aos trabalhadores

Edinho Silva assinou novo convênio com a Caixa Econômica Federal para a construção de 158 moradias no Jardim Maria Luiza IV, por meio do PAR (Programa de Arrendamento). As moradias serão destinadas à população com renda entre três e seis salários mínimos mensais, cadastradas na Coordenadoria de Habitação do município.

O valor do arrendamento será de aproximadamente R$ 160 por mês, pago durante 15 anos. As casas serão construídas pela Construtora JHO, que já iniciou a terraplenagem das quadras. A previsão de entrega é para o segundo semestre de 2004. Durante o ato de assinatura, o prefeito confirmou a continuidade da parceria entre a prefeitura e a CEF, afirmando que “o sonho da atual administração é zerar o déficit habitacional de Araraquara.”

Estiveram presentes à cerimônia Paulo Duarte de Freitas Lins, superintendente regional da CEF região de Ribeirão Preto, Celso Javorski, gerente de Mercado para Estados e Municípios da CEF, representantes da empresa JHO Construtora Ltda, o coordenador municipal de Habitação, Kleyferson de Araújo e o vereador Idelmo Pereira da Silva, representando a Câmara Municipal.

O sonho da casa própria.

De acordo com o coordenador de Habitação, Kleyferson de Araújo, com a assinatura de convênios, “a prefeitura está buscando suprir a demanda da população para aquisição da casa própria, com dignidade e condições de habitação.”

O coordenador explica que “o programa de arrendamento é como se fosse um aluguel, de modo que o interessado vai pagando suas mensalidades até no final e depois é o proprietário do imóvel”. Segundo ele, caso ocorram três meses de inadimplência, a Caixa Econômica, que é a proprietária, poderá retomar o imóvel.

Estes imóveis devem ser utilizados somente para fins de moradia, não podendo ser vendidos durante o período de arrendamento. Estas condições fazem com que o programa combata o déficit habitacional, pois não permite recomercializações do imóvel no período do arrendamento e elimina as altas taxas de inadimplência.

Qualidade

O diferencial deste empreendimento está na qualidade da obra e nos cuidados com o que há em torno da moradia. “Todas as moradias são entregues com piso cerâmico, lajotadas, cobertura cerâmica, muradas e com toda a infra-estrutura (água, esgoto, drenagem, pavimentação, energia elétrica e calçadas). Também há a preocupação com instalações que atendam a população como centros de recreação, escolas, postos de saúde, serviços de transporte público, entre outros.”, destaca Araújo.

Em Araraquara há aproximadamente 1200 famílias nesta faixa de renda (três a seis salários mínimos) e já foram construídas 278 moradias no Jardim Dumont e 120 no Jardim Igaçaba do programa PAR.

Além destas 158 casas, há previsão de construção de 133 no Jardim Igaçaba, viabilizadas pela CEF ainda este ano. A Prefeitura está também construindo 192 casas no Jardim São Rafael IV, em regime de mutirão, para a população com renda inferior a três salários mínimos.

A prefeitura ainda mantém o Programa de Moradia Econômica, no qual são fornecidos projetos de casas populares, encaminhamento para financiamentos pela CEF e acompanhamento da construção da obra. Nesse projeto há 450 moradias em andamento.

Outro programa é o PSH (Programa de Subsídio Habitacional) que deverá ter início no próximo ano, com a construção de 78 unidades. Na região de Ribeirão Preto, Araraquara é a única que aderiu a esse programa.

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