Olho seco aumenta risco de flurona

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Olho seco é comum na gripe e o desconforto ocular mais frequente da COVID em 38 estudos.

Como se já não bastasse a pandemia de COVID-19, o Brasil vive um epidemia de gripe. Nesta situação os olhos podem se tornar um risco à saúde. De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier de Campinas a primeira medida para evitar que funcionem como porta de entrada da Flurona, contaminação simultânea por COVID-19 e influenza, é manter a boa lubrificação. “O filme lacrimal tem a função de proteger e alimentar a superfície de nossos olhos para mantermos a integridade do globo ocular e enxergarmos com clareza”, explica. Antes da pandemia, a estimativa era de que o olho seco atingia 12,6% da população ou 25 milhões de brasileiros, na proporção de 3 mulheres para cada homem. “A COVID-19 aumentou o olho seco por causa do confinamento, falta de exposição ao sol, aumento do uso das telas eletrônicas por todas as faixas etárias e uso durante as atividades online de lentes de contato gelatinosas que absorvem mais água”, afirma.

Prevenção

As principais dicas de Queiroz Neto para proteger sua saúde são:

  • Mantenha os ambientes bem ventilados. A troca de ar ajuda eliminar os vírus do ambiente.
  • Ao usar ar-condicionado abra as janelas a cada hora para trocar o ar
  • Nas telas pisque voluntariamente e olhe para o horizonte por 5 minutos/hora.
  • Reforce o consumo de água especialmente se tomar diurético ou corticoide.
  • Mantenha a glicemia controlada. O descontrole desidrata todo o organismo.
  • Peixes gordos, amêndoas e semente de linhaça reforçam a camada lipídica da lágrima.
  • Relaxe. O stress esgota as glândulas suprarrenais que controlam o fluxo de líquido no organismo.
    (LDC Comunicação – e-mail: [email protected])

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